domingo, 22 de julho de 2012

Prêmio Green Nation Fest - Silvio Alvarez - Arte e Conscientização Ambiental





Em 2011, eu estava no Facebook, divulgando o meu trabalho, como sempre, quando adicionei o perfil do Green Nation Fest na rede social. Aceito o convite, enviei uma apresentação do meu projeto de Arte e Conscientização Ambiental, uma procedência habitual, e, em resposta, com cordial atenção, fui informado de que poderia participar do Festival na categoria álbum de fotos do Flickr. 

Achei muito interessante, já que as fotos presentes no álbum eram registros dos meus quadros, oficinas e eventos especiais realizados, um breve resumo de minha carreira.   

O Green Nation Fest, realizado pelo Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente (CIMA) é um festival interativo e sensorial que estimula o público visitante a agir por um mundo mais sustentável. O evento trata de questões ambientais de maneira descontraída, usando cinema, educação, esporte e moda para abordar o assunto.

Sendo assim, passei a divulgar a minha participação na internet de forma bastante efetiva, no Twitter, Facebook e também via e-mail, para todos que haviam tomado contato com o meu trabalho no decorrer da carreira.
A abordagem era bastante simples: “conto com o apoio e o voto dos amigos em minha participação no Green Nation Fest”. 

Não sei precisar o número de votos que recebi, mas sei que contei com a participação de muita gente. Mensagens de amigos de todo o Brasil e também de outros países, declaravam total apoio à divulgação do meu trabalho no Festival. 

O tempo passou, e no início de junho, quando eu estava com minha exposição no Aeroporto Internacional de Guarulhos, recebi um telefonema dos organizadores dizendo que o meu nome estava entre os finalistas da categoria Júri Popular. Alguns dias depois soube pela internet que era o vencedor.



Recebi o prêmio com muita alegria e como um reconhecimento ao meu trabalho até aqui, já que a votação foi popular e as fotos do álbum premiado eram também um resumo da minha carreira.

Além da votação do júri popular, as obras também contaram com a análise de um júri oficial, composto por Cacá Diegues , Luis Erlanger, Suzana Kahn Ribeiro, Renê Belmonte, Dira Paes, Nick Nuttall e Nádia Rebouças, personalidades e profissionais do meio ambiente e do audiovisual.

O troféu “Mr. Green”, assinado pelo designer Jair de Souza e produzido em resina pet reciclada, tem 20 cm de altura e contém em seu interior 70% de água, captada na nascente do Rio dos Macacos, no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro.


A cerimônia de premiação, apresentada pelo ator Marcos Frota, ocorreu no dia 7 de junho de 2012, na Quinta da Boa Vista – Rio de Janeiro. 



A abertura do Green Nation Fest, no dia 4 de junho, contou com a presença da Ministra do Meio Ambiente Isabella Teixeira e da modelo Gisele Bündchen








Entrevista ao Green Nation Fest
http://www.greennation.com.br/pt/post/2036/Fotografia-Arte-e-conscientiza-o-ambiental-com-Silvio-Alvarez

Relação dos Vencedores
http://www.greennationfest.com.br/pt/vencedores

Site do evento

http://www.greennationfest.com.br/

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Colagem solidária


Por tratar-se basicamente de reaproveitamento de materiais, a colagem também é a expressão artística que conclama naturalmente a participação do público além da contemplação dos trabalhos já concluídos.  Todas as revistas que são utilizadas em minhas colagens vêm da doação de amigos, sobretudo moradores aqui de Joanópolis, cidade que escolhi para viver. 


Mas a solidariedade “arteira” não vem apenas por intermédio das revistas, alguns amigos são também fornecedores das imprescindíveis bandejinhas de isopor. O isopor é um dos materiais mais complicados para a reciclagem, contudo, aqui em meu ateliê, são reaproveitados e valem ouro. 


Utilizo as bandejinhas para classificar e guardar as imagens antes de serem coladas. Além disso, também são utilizadas em minhas oficinas, por serem de material poroso, e facilitarem a aplicação da cola branca com o rolinho.

As doações desse importante item no processo criativo vêm de São Paulo, de uma querida amiga, e também aqui de Joanópolis. Mas outro dia eu trouxe uma sacola enorme delas lá do Rio de Janeiro, doada por duas novas queridas amigas. Também já recebi um lote bem bacana lá de Recife, via Correios, enviado por um amigão de Twitter.



Não houve como a emoção não falar mais alto, porém, no dia em que recebi de uma amiga de Twitter um envelope repleto de figuras recortadas. Não é incrível isso? 


Para encerrar este post conto outro caso muito bacana que aconteceu comigo recentemente. Em 2009, Verônica (foto acima), residente em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, assistiu à minha entrevista no Programa Terra Vida ou Morte, da TV Vanguarda Paulista e achou muito legal o meu trabalho com recortes de revistas. Ela ligou para a TV Vanguarda, conseguiu meu telefone na produção do programa e entrou em contato para oferecer uma enorme coleção de imagens. Verônica mantinha o hábito de colecionar imagens que lhe chamavam a atenção em revistas. Com extremada paciência e carinho ela guardava e classificava as páginas por gênero, tudo bem armazenadinho em plásticos e com etiquetas. Desde 2009 vínhamos nos falando por telefone a fim de encontrarmos uma forma de eu ir buscar as caixas com imagens lá em Pindamonhangaba. Acabava sempre acontecendo alguma coisa. 

Este ano, porém, deu certo. Como participei do Revelando SP em São José dos Campos, mais próximo a Pinda, ela conseguiu finalmente me entregar o maravilhoso presente. 

Muito obrigado Verônica, é um presente precioso, de fato. Talvez você ainda não faça ideia do quanto me ajudou.


Agradeço aos amigos que doam revistas, bandejinhas de isopor, imagens, e a todos que de alguma forma colaboram para com o meu trabalho. 

Excetuando o caso da Verônica, achei melhor não citar os nomes dos queridos amigos que participam do meu trabalho de forma solidária, para não correr o risco de esquecer o nome de alguém. 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A colagem e O maravilhoso mundo do cinema


Em dezembro de 2011, Ilene Hawk, cirurgiã dentista e cursando Cinema na Universidade Estácio de Sá, residente no Rio de Janeiro, entrou em contato comigo por intermédio do Facebook para saber se eu aceitaria uma encomenda de painel de colagem com um tema específico: o cinema da Era de Ouro de Hollywood.  

Em geral procuro tomar certa cautela em relação a encomendas de quadros. Procuro aceitá-las desde que não haja grande interferência no processo criativo. Com Ilene não tive esse problema, foi diferente desde o início. Ela entendeu de pronto os meus argumentos e propiciou liberdade total de criação. Sua ideia inicial básica era de que o painel trouxesse imagens de grandes estrelas de Hollywood e de filmes célebres dos anos 1940, 1950 e 1960. 

Em longo papo por Skype revelou-me que a ideia do painel era também a de homenagear seu saudoso pai, Sr. Hely, um apaixonado por cinema. O que fez com que eu sugerisse a inclusão de fotos dele no trabalho.

Em papo por Skype com webcam cheguei até mesmo a ver a parede da sala de seu apartamento que receberia o painel depois de pronto. Viva a internet! 

Tudo ficou mais fácil porque eu também amo o cinema de uma forma geral, até já sonhei em ser cineasta. Por muito tempo, mesmo antes de iniciar na colagem, mantive um arquivo com dezenas de pastas que continham dados de cada filme assistido, com fotos, reportagens, fichas técnicas. Esta minha paixão contribuiu muito em todo o processo de pesquisa. Eu havia assistido a maior parte dos filmes e conhecia praticamente todos os atores e atrizes citados por Ilene Hawk. 

A partir daí passei 6 meses coletando imagens complementares nas mais variadas revistas e algumas vezes voltamos a conversar para colocá-la a par do processo criativo. Foi uma experiência única, produzir um painel de colagem para a realização de um sonho. 

Praticamente todas as fotos presentes no painel foram coletadas em revistas, precisei imprimir apenas duas, as de Henry Fonda e de Natalie Wood.  Para ambientar as imagens das estrelas e das cenas de alguns filmes, optei por tonalidades que remetem aos filmes Technicolor, marca norte-americana pertencente à Technicolor Motion Picture Corporation em que o processo consistia na coloração dos filmes, utilizada até a década de 1960.


A produção foi uma viagem! Uma festa! Para compor o passe-partout optei por imagens de pipoca. Como pipoca não é um item que aparece em grande quantidade nas revistas, complementei o passe-partout com imagens presentes em embalagens plásticas de pipoca para microondas.



O Maravilhoso Mundo do Cinema – colagem sobre MDF – 165 x 60 cm – 2012 




A seguir detalhes do painel “O Maravilhoso Mundo do Cinema”: 






quarta-feira, 4 de julho de 2012

Colagem - A colagem do artista plástico Silvio Alvarez - Processo criativo


Resolvi escrever este post devido à quantidade de perguntas que surgem nas oficinas referentes ao processo criativo dos meus quadros. Acho muito bacana quando o meu trabalho de colagem com recortes de revistas desperta esta curiosidade. 

Como surgem os temas dos quadros? 


Foto: Zé Goulart

Em geral os meus quadros tratam da relação do homem com o meio ambiente, com as grandes cidades, e, sobretudo, da relação do homem com ele próprio. A partir deste tema básico, a inspiração pode vir das mais variadas fontes.

A invasão dos Pinguins, de 2010, por exemplo, surgiu de uma reportagem de telejornal, que narrava a aventura de um pinguim da Patagônia perdido que veio boiando em seu iceberg até o Rio de Janeiro. Imaginei como seria, com as mudanças climáticas avançando, uma hipotética invasão desses simpáticos bichinhos mundo afora. 


Já o quadro Os Cordeiros, de 2012, nasceu da minha eterna indignação com um fato que, a meu ver, é um dos principais males contemporâneos. É o que classifico particularmente como “psiquiatrização da sociedade”. 


A partir da inspiração, que pode vir a qualquer hora e lugar, a ideia básica do novo quadro aparece praticamente pronta em minha cabeça. Recorro, então, a uma espécie de sketchbook de colagem apenas para ter uma referência visual do tipo de imagem e das tonalidades ideais que irei empregar no quadro. 


A grande diversão arteira começa neste ponto, procurar nas revistas tudo o que preciso para o novo trabalho. Em geral folheio revistas já buscando material para 20, 30 quadros, o que economiza tempo. Folhear revistas em busca das figuras é a melhor parte, a mais divertida, mas é também a etapa mais demorada. Durante o agradável ritual de garimpar imagens nas revistas, a ideia original pode ganhar outro rumo, mas o básico visualizado inicialmente, em geral, é mantido. 


Vou procurando as imagens nas revistas e arrancando as páginas que trazem aquilo que quero. Em meu arquivo, vou separando em pilhas de páginas, uma pilha de páginas de revistas para cada quadro. Aproveito também para arquivar, por categorias, imagens que encontro nas revistas e que usualmente são necessárias às produções.


Com uma quantidade suficiente de imagens selecionada, passo a verificar o que realmente irá para o quadro e o que voltará para o arquivo. Com tudo selecionado e definido, inicio o recorte das imagens e das texturas, guardando-as em bandejinhas de isopor, separadas por tamanho e também por tonalidade. 




Com tudo recortado e separado nas bandejinhas, começo a colagem propriamente dita. O passe-partout é a primeira parte que colo, sempre.


Espero que estas dicas auxiliem quem está querendo começar a recortar e a colar ou a quem quer apenas aprimorar a técnica.  

Sejam muito bem-vindos ao maravilhoso mundo do recorta e cola :D 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

A poesia da colagem


Hoje quero compartilhar com vocês uma poesia que me foi enviada pela artista plástica Vera Regina Mata, do Rio Grande do Sul. 

A poesia, de autoria de Hélio Souza, natural de Bagé – RS, que fala da colagem com enorme ternura, consegue retratar fielmente a essência dessa expressão artística que tem conquistado o coração das pessoas, artistas e não artistas, mais e mais a cada dia.

Tomei a liberdade de ilustrar o poema de Hélio Souza com o meu quadro “Recanto”. 



 
   Colagem, trabalho maravilhoso,
que traz, para qualquer idade,
a paz, a alegria, a felicidade
de um fazer lúdico e prazeroso.
Basta papel, jornais, revistas,
cola e um pouco de inspiração
para que de cada coração
brote a chama luminosa do artista.
E a criação começa, aos pouquinhos,
olhos atentos, tesoura cuidadosa,
recortando fatos, fotos, vagarosa,
medindo, colando, com carinho.
Com paciência, atenção, quase ternura...
Assim é que se faz uma colagem,
criação, construção, reciclagem,
uma linda, fascinante,  arquitetura.
Assim, tudo vai se transformando.
Cada imagem construída
é um pedaço de vida,
que o amor vai desenhando.
E eis da obra o real valor,
a razão de tanto cuidado:
em cada papel que é colado
vai um pouquinho do criador.

domingo, 3 de junho de 2012

Oficina de colagem e criatividade no 9º Humanifesto em Joanópolis


Dia desses, aqui em Joanópolis, fui comer uma pizza e bater um papo com as amigas Heloisa Collins e Ju Raposo no Araucaria Pizzabar e fiquei sabendo do 9º Humanifesto, evento aberto promovido há tempos pelo Busca Vida, de Bragança Paulista, reunindo várias formas de expressões artísticas.


Devidamente convidado, com muita atenção e carinho pelos organizadores do evento, no dia 27, realizei  oficina de colagem com 3 horas de duração, como parte da programação da edição joanopolense do evento. Foi muito legal, era só chegar e participar.

Participaram cerca de 50 pessoas das mais variadas idades, sobretudo a garotada. Cada participante produziu um quadrinho de colagem de recortes de revistas em papel cartão com recortes de revistas.  Tive também a oportunidade de apresentar 4 quadros inéditos em Joanópolis, antes da exposição no Aeroporto de Guarulhos.



A rua foi interditada e as pessoas puderam assistir a várias atrações musicais. Teve também oficina de pipas, varal de arte, palestra de permacultura, performance, espaço da poesia, troca de livros infantis, instalações artísticas, fotografia, cinema, teatro, entre outras atrações. Foi uma festa!


Gostaria de agradecer a todos os organizadores do evento. Foi bárbaro, uma festa mesmo! Estou muito feliz de ter participado de um evento lindo como o Humanifesto, onde o mais importante é a manifestação cultural livre de cada um. 

sábado, 2 de junho de 2012

Oficina de colagem no V Festival da Mantiqueira - Arte e literatura infantil



No dia 26 de maio de 2012, a convite da Secretaria de Estado da Cultura e da APAA, Associação Paulista dos Amigos da Arte, realizei oficina de colagem no V Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, em São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos.

Além de ter sido uma linda oportunidade e uma das experiências mais legais da minha carreira, esta oficina tem toda uma história muito legal a ser compartilhada. 

Como a oficina seria realizada em um festival literário,  precisou ser adaptada ao contexto. Recorri, então, à amiga Lyslei Nascimento, Professora de Literatura da UFMG para a indicação de um texto que pudesse inspirar os participantes na produção de um quadrinho de colagem durante a oficina. Desta forma, fui apresentado à obra de Bartolomeu Campos de Queirós. Pesquisei bastante a respeito do escritor e pedagogo mineiro e escolhi o livro “Os Cinco Sentidos” 



Bartolomeu Campos de Queirós foi muito mais do que um escritor. Nascido em 1944, viveu a infância em Papagaio (MG). Com mais de 40 livros publicados (alguns deles traduzidos para inglês, espanhol e dinamarquês), formou-se em educação e artes, e criou-se como humanista. Estudioso da filosofia e da estética, utilizou a arte como parte integrante do processo educativo. Cursou o Instituto de Pedagogia em Paris e participou de importantes projetos de leitura no Brasil como o ProLer e o Biblioteca Nacional, dando conferências e seminários para professores de leitura e literatura. Foi presidente da Fundação Clóvis Salgado/ Palácio das Artes e membro do Conselho Estadual de Cultura, ambos em Minas Gerais, sendo também muito convidado para participar de júris e comissões de salões, além de curadorias e museografias (Fonte: site da Editora Cosac Naif) .


Com o texto escolhido, precisava de uma equipe de monitores que pudesse dar todo o suporte na realização de uma oficina para 100 crianças.  Surgiu a ideia de convidar para este grande desafio as alunas do curso de pós-graduação em Arteterapia da Unip coordenado pela professora Patrícia Pinna Bernardo. Deu certo! No dia 5 de maio realizei treinamento específico com a equipe de arteterapeutas que esteve ao meu lado durante a oficina na Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier, são eles: Adriana Leopold, Priscila Galante, Danila Rodrigues, Celso Frederico e Sueli Poppi. 


Para a produção e suporte geral, contei mais uma vez com a querida parceira Rose Meusburger, da Gaia Brasil, na foto abaixo com Kenia Maciel, da APAA.


Para a apresentação de trechos do livro “Os Cinco Sentidos” de Bartolomeu Campos de Queirós” produzi uma série de colagens em papel cartão que ilustraram a performance desenvolvida com a equipe de arteterapeutas . 



Para a performance, cada arteterapeuta ganhou um nome peculiar Tia Visão (Adriana Leopold), Tia Olfato ( Priscila Galante), Tia Paladar (Danila Rodrigues), Tio Audição (Celso Frederico) e Tia Tato (Sueli Poppi).

O texto foi apresentado logo no início da oficina com a participação dos tios. Foi muito lindo e divertido. 






Mais de 70 crianças e adultos participaram da oficina realizada na Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier. A oficina foi aberta ao público do V Festival da Mantiqueira, era necessário apenas retirar uma senha uma hora antes do evento. Cada participante produziu um quadrinho de colagem em papel cartão, com recortes de revistas.





Para encerrar a oficina e a homenagem ao escritor Bartolomeu Campos de Queirós com chave de ouro, as crianças colaram uma figurinha cada em um painel previamente produzido com a temática “Os Cinco Sentidos”.



O painel “Os Cinco Sentidos” foi doado à Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier e entregue oficialmente ao coordenador, Sidnei Pereira Rosa, ao término do evento. 


Quero agradecer à Professora Lyslei Nascimento, da UFMG, por indicar a obra de Bartolomeu Campos de Queirós, ao próprio escritor e pedagogo Bartolomeu por ter escrito algo tão lindo e sensível, a Kenia Maciel, da APAA e toda a sua equipe, pela confiança e total apoio ao empreendimento, à querida parceira Rose Meusburger, da Gaia Brasil, pelo suporte e competência de sempre na produção, à equipe de arteterapeutas, pelo carinho e dedicação com que trabalharam, incluindo a coordenadora do curso da Unip, a Profa. Patrícia Pinna Bernardo e ao Coordenador Sidnei Pereira Rosa, pelo carinho com que nos recebeu  na Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier.

A oficina do V Festival da Mantiqueira trouxe muitas novas ideias!



Em meu site, todas as fotos da oficina realizada durante o V Festival da Mantiqueira
http://www.silvioalvarez.com.br/site/projetos/projetos/oficina-v-festival-da-mantiqueira