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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Artista plástico Silvio Alvarez ministra palestra no I Congresso Paulista de Arteterapia, evento da Associação dos Arteterapeutas do Estado de São Paulo



Palestra Collage, esta técnica tem história



No dia 15 de novembro de 2019 ministrei palestra e realizei vivência no I Congresso Paulista de Arteterapia, evento da Associação dos Arteterapeutas do Estado de São Paulo.  A palestra, com o tema Collage - esta técnica tem história, apresentou aos profissionais de Arteterapia o resultado de dois anos de uma pesquisa iniciada a partir da leitura de A collage como trajetória amorosa, de Fernando Fuão. 


Tive a grande honra de ser convidado também a produzir a logomarca do congresso


Desde 2008, sou professor da pós-graduação em Arteterapia da UNIP, em São Paulo, curso coordenado por Patrícia Pinna Bernardo. A participação no I Congresso Paulista de Arteterapia vem reafirmar o elo da minha carreira com a disciplina Arteterapia e com a categoria profissional dos arteterapeutas. Sou um artista plástico que vivenciou intuitivamente a experiência arteterapêutica e que tem como uma de suas missões de vida divulgar os benefícios da Arteterapia. 



No evento, apresentei toda a abrangência da técnica da collage, incluindo a simbologia do papel, tesoura e cola, teatro de sombras, as silhouettes, fotografias compostas, fotomontagem, cubismo, dadaísmo, surrealismo, pop art e a collage em outras correntes artísticas.



Na sequência da palestra mostrei os quadros que produzi com o tema árvore, durante toda a minha carreira, li um texto sobre árvores de autoria de Fernando Fuão e propus que cada participante produzisse sua árvore pessoal em collage sobre base de papel cartão. 



Quero agradecer o convite da Associação dos Arteterapeutas do Estado de São Paulo. Foi uma grande honra participar do evento e poder sentir bem de perto todo o carinho de vocês. Este foi o momento mais importante de minha carreira até aqui! Gratidão! 




Contato com Silvio Alvarez 

11 971199050

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Artista plástico de colagem Silvio Alvarez participa do Museu da tesoura, iniciativa de Hélio Leites, em Curitiba




Tomei contato com o trabalho de Hélio Leites em algumas ocasiões, em 2010, quando realizei oficinas para os artesãos licenciados de Curitiba, e, mais recentemente, por indicação da Profa. Tânia, ao realizar oficinas na Universidade Estadual de Maringá. Há alguns anos o meu aprendiz  Leonardo Giovane foi visitá-lo em seu espaço na Feira do Largo da Ordem, às vezes conversamos pelo messenger do Facebook, por e-mail e por carta mesmo. Contudo, ainda não tive a alegria de conhecer Hélio Leites pessoalmente. 

Recentemente Hélio me enviou o seu maravilhoso livro e na ocasião  incluiu o convite para que eu enviasse uma peça representativa do meu trabalho que pudesse integrar sua mais nova iniciativa, o Museu da Tesoura. 

Feliz da vida, reservei uma tesoura do exato modelo que utilizo todos os dias em meu ateliê e produzi nela uma collage com fragmentos de obras de arte. Gratidáo Hélio querido pela oportunidade e lembrança do meu nome. É uma honra participar do seu Museu da Tesoura. 


Hélio Leites – “O significador de insignificâncias”.  



José Hélio Silveira Leites nasceu no dia 21 de janeiro de 1951, na Lapa, Paraná, cidade a 62 km de Curitiba. Passou a infância em Apucarana, e morou também em São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro. Hoje reside em Curitiba, no bairro do Pilarzinho. 

Formado em economia, trabalhou como bancário por 25 anos, no Banco do Estado de São Paulo. Em certo momento, decidiu por algo mais prazeroso e condizente com sua vocação, deixou o banco e montou uma barraca na tradicional Feira Garibaldi, mais conhecida como Feira do Largo da Ordem, no centro histórico da capital paranaense. 

“Acha que Deus faria uma máquina que nem essa, que pisca, que ri, que chora, para ficar carimbando cheque devolvido de uma pessoa que você não conhece? Achei que Deus tinha reservado uma coisa melhor pra mim”. 

Frases de Hélio Leites 

“Quem está desempregado é porque está procurando no lugar errado.”

“Fazer o que a gente não gosta é o pior desemprego do mundo”.

“Sabe quando a gente cai do cavalo na vida? Quando a gente acredita 51% nos outros e 49% na gente”. 

“Às vezes não é a vida que está errada, é o seu slogan que está errado”. 
 “Não se preocupe com o caminho, cuide do sonho – O sonho inventa o caminho” 

“Tristeza é a falta de alegria”. 

“Eu não quero mudar a História da Humanidade, só quero deixar ela com um discurso a mais”. 


Com o objetivo de manter contato com os artistas locais, cursou xilogravura, monotipia, cerâmica, desenho, colagem, e frequenta galerias de arte.

Naturalmente, seguiu o caminho de miniaturista. Produz peças meticulosas a partir do reaproveitamento de toda a sorte de materiais, como um botão, uma lata de sardinha, um palito de sorvete ou uma casca de pinhão. 

“Faço miniaturas para que não se perca a essência da proporção”. 

Ao pesquisar na internet é possível encontrar uma gama infinita de denominações para Hélio Leites, mas a denominação mais célebre, porém, partiu do poeta curitibano Paulo Leminski, em artigo publicado no dia 29 de março de 1986: "Hélio Leites, o significador de insignificâncias”.

Em 1984, fundou o Museu Casa do Botão, sediado na capital paranaense, mas sem prédio fixo. O museu é portátil e cabe em uma mala, acompanhando o artista pelos diversos cantos do país. Está todo domingo na Feirinha do Largo da Ordem, em Curitiba, no setor histórico. Agora, a nova proposta é o Museu da Tesoura. 



A obra de Leites não é estática, vai a escolas, praças, feiras e a muitos outros lugares. É munida de um enorme potencial educativo, suscitando ideias e reflexões que vão desde a literatura, ecologia, até conceitos do esporte, tudo por meio da arte e da história do artista. “Mínimos” retrata, nas palavras de Leites, “a história de um artesão lutando com caixinhas de fósforo, palitos de sorvete e outras miudezas, tentando consertar o jeito do mundo se enxergar e se aceitar”.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Aline Poli e Silvio Alvarez realizam oficina de colagem no Lar Joanópolis: Levando Mona Lisa pra passear




No dia 5 de setembro de 2018 realizamos mais uma oficina para os idosos do Lar Joanópolis com o apoio dos funcionários. As oficinas no Lar fazem parte de um projeto voluntário, realizado em parceria com a fisioterapeuta Aline Poli, desde 2012.

Dessa vez a oficina foi de colagem com o tema: Levando Mona Lisa pra passear. 



Iniciei a atividade propondo aos idosos que folheassem livremente os grandes livros encadernados Gênios da Pintura, nos quais puderam apreciar obras de Michelangelo, Picasso, Delacroix, Paul Klee, entre muitos outros.  Foi recompensador observar o interesse dos idosos observando minuciosamente as obras célebres. 

 


Na sequência falei sobre a obra Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, pintada entre 1503 e 1506. Pedi aos idosos que recortassem uma reprodução da obra impressa em papel couchê... 



E que, na sequência, procurassem em revistas a fotografia de um lugar no qual gostariam de levar Mona Lisa para passear. 


Proposta de contemplação como estímulo para o fazer artístico 

 





Contato Silvio Alvarez

silvioalvarez@uol.com.br
11 971199050
www.silvioalvarez.com.br

domingo, 20 de novembro de 2016

Artista plástico Silvio Alvarez realiza palestra – oficina de colagem para alunos do curso de Artes Visuais, da FAAT , em Atibaia



No dia 8 de novembro de 2016, por iniciativa da estudante Aline Badari, realizei palestra – oficina para aproximadamente 100 alunos do curso de Artes Visuais da FAAT, em Atibaia. 

Fotos: Caio Buni – Jornal Sintonia 


No evento, contei um resumo da minha história, falei da importância do ensino da arte na grade curricular e apresentei meu trabalho. Passei para os alunos o básico da técnica de colagem e cada um pôde produzir uma releitura de obra célebre, utilizando recortes de revistas e uma reprodução fotográfica. 




Fundada em 1971, a FAAT é referência educacional da região a que pertence Joanópolis. Realizar palestra para alunos de licenciatura em Artes Visuais da FAAT é também criar uma ponte com a maior parte dos professores de arte que atuarão na região futuramente. 




Marta Alvim, coordenadora adjunta e também professora, há alguns anos, vem apresentando o meu trabalho na grade curricular do curso de Artes Visuais.

Em 2012, realizei oficina de colagem na FAAT dentro do XI Simpósio de Educação e Sintonia para alunos do curso de Artes Visuais e de Pedagogia.


Com a coordenadora adjunta Marta Alvim 

Gratidão Marta Alvim e à toda equipe  FAAT pela oportunidade, confiança em meu trabalho e por todo o carinho sempre dedicado a este artista amigo.


                      Com a coordenadora adjunta, Marta Alvim, e a  estudante Aline Badari


                                           
                             Com os professores Marta Alvim, Vanessa Rossi e Edson Beleza 

Na ocasião da palestra – oficina de 2016, concedi entrevista ao promissor estudante de Jornalismo FAAT, Ênio Ricanello. 



Com o estudante de Jornalismo Ênio Ricanello 


Confira matéria no site da FAAT

Contato Silvio Alvarez







terça-feira, 10 de setembro de 2013

Colagens de Silvio Alvarez em livros didáticos - A Arte de Fazer Arte – Editora Saraiva



Em 2012, recebi a visita da professora Dulce Gonçalves Morbin aqui em meu ateliê, na Estância Turística de Joanópolis. Na ocasião, além de uma agradável prosa a respeito de nossas paixões em comum, arte e educação, a professora também anunciou que o meu trabalho seria apresentado nas próximas edições dos livros didáticos A Arte de Fazer Arte, da Editora Saraiva. 


Com a Professora Dulce Gonçalves Morbin 

A série didática A Arte de Fazer Arte, de autoria de Dulce Gonçalves Morbin e Denise Akel Haddad oferece à criança uma amostra rica e diversificada da produção artística na área das artes plásticas, além de propor atividades divertidas a partir de materiais de fácil aquisição. Imagens cuidadosamente escolhidas possibilitam a análise detalhada das obras, além de colaborarem para a ampliação do repertório cultural dos alunos. São abordados aspectos específicos da arte e também pontos de integração com outras disciplinas e conteúdos. O ponto de partida é a arte visual, mas em vários momentos são apresentadas passagens para outras expressões e linguagens.


Na edição do A Arte de Fazer Arte 2014 , nos livros para o 5° e 8° anos, serão publicadas  fotos de alguns dos meus quadros e uma apresentação da minha atuação como artista na internet, mencionando este blog.  
Fico muito feliz de constatar a receptividade do meu trabalho por parte de autores e editoras, o que, a meu ver, reafirma o conceito do emprego da colagem como ferramenta didática para o ensino da arte e para conscientização ambiental das futuras gerações, conceito este que venho defendendo desde 2006, sobretudo em oficinas de arte e palestras para professores, estudantes de licenciatura em artes visuais, pedagogia e arteterapia . 


O Abacaxi - 2010 estará na edição 2014 da série A Arte de Fazer Arte

O meu trabalho como artista plástico de colagem também está presente em outros livros didáticos

Projeto Aprendiz Legal – Fundação Roberto Marinho
Juventudes: identidade, trabalho e cidadania – Unidade 1 – Módulo Básico. 



Quadro A Criação no livro didático do Projeto Aprendiz  Legal - Fundação Roberto Marinho 


Apostilas do Sistema Poliedro de Ensino - Poli 5 – Ensino Infantil 



Festa na Cidade - 2011 no livro de educação infantil do Sistema Poliedro


Mundo Amigo Geografia volume 3 e Projeto Sol 3 – Editora SM 




Painel A Árvore nos livros didáticos da Editora SM 

Site Silvio Alvarez


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