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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Projeto Artistas do Futuro revela promissor talento do jovem escultor Matheus Reis, de Irapuã – SP #matheusreis #paularonchi #silvioalvarez #escultura #artistasdofuturo #arteeducação #arte #irapuã #talento




Durante as oficinas de collage do Projeto Artistas do Futuro na Escola Profa. Desolina Betti Gregorin, na cidade de Irapuã – SP, que foi uma iniciativa da professora de artes Paula Ronchi, tive a alegria de conhecer o jovem Matheus Reis, de 15 anos.



Matheus me procurou, no término da oficina em que participou, para contar que desde muito pequeno faz esculturas em arame. Com um pequeno alicate ele vai enrolando diversos tipos de arame até atingir o formato que deseja. Impressionado com a habilidade do jovem pedi para que ele me trouxesse outras peças no dia seguinte. Vendo outros trabalhos constatei que ali estava um promissor artista escultor. Para a minha alegria, da professora Paula Ronchi e da direção da Escola Desolina, Matheus, além de tudo, e o mais importante, tem vontade de aprender, de conhecer mais sobre a arte da escultura. 



“Sabe professor, eu fazia estes trabalhos com arame, mas alguém me disse que era perda de tempo, então eu parei de fazer”. Assim me contou Matheus Reis.

Voltei para casa e comecei a pensar o que eu poderia fazer de efetivo para que o potencial artístico do Matheus fosse desenvolvido. Eu criei um projeto chamado Artistas do Futuro, como posso deixar de fazer o que estiver ao meu alcance para o aprimoramento de um possível grande artista.



Pensando em indicações sobre literatura ou algum curso específicos em escultura, liguei para a Fundação Victor Brecheret, em São Paulo. Para a minha surpresa, alegria e honra, fui atendido pela filha de Victor Brecheret, Sandra Brecheret, autora de diversos livros sobre a obra do consagrado escultor brasileiro.




Com enorme simpatia, compreendendo a possibilidade com o jovem talento, Sandra enviou livros de sua autoria para que Matheus tomasse contato com a obra de Victor Brecheret. Além disso, me apresentou a Euclides Baraldi, da Fundiart, tradicional fundição de metais não ferrosos (alumínio, bronze e latão), especializada em obras de artes, bustos, monumentos de grande porte entre outros.
Euclides Baraldi, que trabalhou com grandes nomes da escultura nacional, ofereceu a oportunidade do jovem Matheus Reis fazer um estágio educativo durante uma semana nas instalações da Fundiart, na cidade de Piracicaba.



Graças, sobretudo, a orientação e apoio dos pais, à disposição da professora Paula Ronchi, ao reconhecimento e oficialização da direção da Escola Profa. Desolina Betti Gregorin, ao apoio da Henkel (Cola Pritt) – parceria ADRAT, ao suporte da produtora Rose Meusburger (Gaia Brasil) e apoio da arteterapeuta Maria Estela Monteiro e de outros amigos locais, o jovem Matheus Reis irá visitar a Fundiart e passar uma semana na cidade de Piracicaba para assimilar tudo o que puder sobre a maravilhosa arte da escultura, de 25 a 29 de janeiro de 2016, acompanhado de sua mãe.

Muito feliz com a história toda e com o empenho e predisposição de Matheus e de sua professora, fico aqui pensando quantos outros talentos devem existir por este Brasil continental. Que o projeto Artistas do Futuro possa prosseguir revelando novos talentos da arte brasileira.

A meu pedido e da professora Paula Ronchi, Matheus já começou a experimentar a escultura em madeira e também em argila, e o resultado foi igualmente surpreendente. Provavelmente Matheus desenvolvia com arame apenas o que poderá fazer com inúmeros outros materiais. Só o tempo dirá.
Elogiado por seu empenho, Matheus disse: “eu pretendo me superar mais”.  

Site da Fundiart

Fundação Victor Brecheret

domingo, 16 de agosto de 2015

Colagem - Artista plástico Silvio Alvarez produz colagens sobre imagens do fotógrafo Márcio March #fotografia #collage #colagem #arte #silvioalvarez #arteterapia #marciomarch


Conheci o fotógrafo Márcio March por indicação da amiga Rosane Perrote, aluna da pós-graduação em Arteterapia da Unip, onde dou aulas desde 2008. 



Produzi pequenas interferências em collage sobre duas fotografias autorais de Márcio March. As collages estarão em exposição em outubro na mostra anual que realizo no Condomínio Conjunto Nacional, que este ano acontece de 12 a 25 de outubro. 




Eu e o fotógrafo Márcio March já estamos preparando uma exposição conjunta para 2016 toda com trabalhos nos mesmos moldes: collage orgânica sobre fotografia. 

Contato com Márcio March

Facebook https://www.facebook.com/marciomarch?fref=ts
Instagram @marciojosemarch

terça-feira, 7 de abril de 2015

Professora Paula Ronchi, da cidade de Irapuã, – SP desenvolve trabalho de colagem com seus alunos #colagem #collage #arte #silvioalvarez #art #arteeducação #educação #ferramentadidática #atividade




É sempre uma grande alegria quando professores entram em contato para contar que conheceram a minha arte e que esta os inspirou a trabalharem em sala de aula. Foram iniciativas assim que deram um norte diferente à minha carreira, definindo a área da educação como um dos seus pilares. 

A boa notícia é que fatos assim estão acontecendo cada vez mais, com crescente intensidade e nas mais diferentes localidades. A internet é poderosa nesse sentido, com ela não existe distância, nem barreiras. Tenho como projeto de vida firmar parcerias com a iniciativa privada e com o poder público para poder atender presencialmente os educadores que tomaram contato com o meu trabalho e que enxergaram nele uma potencial poderosa ferramenta didática. 



É o caso da Profa. Paula Ronchi, da cidade de Irapuã, no interior de São Paulo, que não apenas visionou a possibilidade, mas que também amplificou o alcance da proposta. Os trabalhos publicados neste post foram propostos pela Profa. Paula Ronchi e produzidos por alunos do 8° ano da Escola Estadual Profa. Desolina Betti Gregorin por ocasião da Copa do Mundo.  






Contato com Silvio Alvarez
www.silvioalvarez.com.br
silvioalvarez@uol.com.br 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Oficina de colagem com Silvio Alvarez na pós-graduação em Arteterapia da Unip Vergueiro – curso coordenado pela Profa. Patrícia Pinna Bernardo – pós em Arteterapia – Arterapia – Colagem




No dia 21 de setembro de 2014 realizei nova oficina de colagem na pós-graduação em Arteterapia da Unip, curso coordenado pela Profa. Patrícia Pinna Bernardo.

Realizo oficinas de colagem para alunas da pós-graduação em Arteterapia da Unip desde 2008 e é sempre uma grande alegria.


A oficina de colagem que realizo na Unip acontece aos sábados das 9h00 às 17h30 horas. São dois formatos de oficina. Nesta aula ministrada no dia 22 de setembro contei um pouco da minha história, apresentei todos os meus projetos de oficinas de colagem e abordei as peculiaridades de cada público específico, por faixa etária, deficiências e necessidades especiais . 





Na parte prática da oficina proponho às alunas da pós a produção de uma releitura em colagem de obra célebre (projeto Artistas do Futuro) e outras três colagens dos projetos Só Eu Sou Eu, Minha Casa e Minha Árvore. 












Contato Silvio Alvarez

Contato Patrícia Pinna

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Oficinas socioeducativas para Secretaria de Assistência Social e Cidadania de Joanópolis – CRAS – na creche Projeto Santo Antonio de Pádua – Cada um no seu quadrado – compreendendo limites – colagem – atividade para crianças



Dando sequência ao trabalho desenvolvido para a Secretaria de Assistência Social e Cidadania de Joanópolis, por intermédio do CRAS, realizei no início de agosto de 2014 mais quatro oficinas na Creche Projeto Santo Antonio de Pádua. 

Conversando com a irmã que coordena a creche perguntei qual seria a principal e atual demanda a ser trabalhada com as crianças. Como em toda instituição que reúne centenas de crianças, chegamos à conclusão que seria muito bacana montarmos uma atividade que demonstrasse que “a liberdade da gente vai até onde começa a do outro” e que “não fazemos aos outros o que não queremos que façam com a gente”. Conceitos simples que, na verdade,  crianças e adultos, nem sempre colocam em prática. 




Pensando nisso, seguindo o critério lúdico de sempre, criei a oficina do cada um no seu quadrado. Inicio a atividade com todos sentados em círculo conversando sobre o que cada um não gosta que façam. Falo, conforme a faixa etária do grupo e da forma mais divertida possível, de liberdade, respeito, limites, não fazer ao outro o que não quer que faça com você... 

Proponho que cada criança, em um quadrado de papel cartão 15x15 cm, escreva seu nome com lápis e depois o cubra com a colagem de pedacinhos de papel, como um mosaico. 







Para encerrar a atividade, dançamos todos juntos a Dança do Cada um no seu quadrado. 
É uma farra! 



Contato Silvio Alvarez
silvioalvarez@uol.com.br
www.silvioalvarez.com.br