sexta-feira, 14 de março de 2014

Recortando o Sete com tio Silvio – Recortando o sete com Silvio Alvarez - Oficina de colagem para crianças com Silvio Alvarez – Oficinas de artes do Tio Silvio – atividades para crianças – jogo da memória com bandeiras da Copa do Mundo


Olá gente, tudo bão?

Hoje o Tio Silvio traz mais uma atividade bem bacana “pra gente fazer em parceria com a gente mesmo”... Será bem legal se pudermos contar também com a ajuda de um adulto-criança! 


Dessa vez o tio vai mostrar como fazer um jogo da memória com bandeiras dos países que participam da Copa do Mundo 2014. 

Quando eu era criança, tinha mais ou menos uns 7 anos de idade (sim, eu também já fui criança), ganhei do meu pai um joguinho da memória com bandeiras de países do mundo todo. O meu pai fez esse joguinho de presente pra mim colando recortes de revistas em papel cartão. Foi assim que o tio conheceu a colagem logo cedo. 


Além disso, como o tio brincava muito com esse joguinho, ele acabou decorando todas as bandeiras do mundo e também passou a ter mais curiosidade sobre as culturas dessas outras nações. 

O meu pai também fez esse outro jogo da memória com plantas e frutas. Ele queria que eu brincasse mas que também conhecesse e aprendesse coisas novas. Foi muito legal pro tio isso! 


Bom, agora vamos descobrir juntos como fazer um joguinho da memória com as bandeiras dos países participantes da Copa do Mundo. 

Nós vamos precisar de uma caixa de papelão não muito grosso. Cortamos o papelão dessa caixa em pedaços de 5 x 5 cm. Essa será a base para colarmos as bandeirinhas depois de prontas. 


Com uma cartolina ou papel cartão cortamos um molde para as bandeirinhas. O molde precisa ter 4,5 cm de largura por 3 cm de altura. Como a maioria das bandeiras tem formas geométricas, o tio percebeu que essas medidas facilitam a produção da maior parte delas. 



Com o molde eu risquei as bandeiras em uma folha de papel sulfite. Com o molde recortado o tio riscou também as bandeiras que têm faixas verticais e horizontais, como a Italia, a França, a Holanda, a Alemanha. As bandeiras que são diferentes desenhamos com lápis pesquisando na internet direitinho como elas são. É só perguntar pro “Gugu”. Ao todo são 32 bandeiras dos países participantes da Copa. Como, para o jogo da memória precisamos ter duas de cada, ao todo serão 64 bandeirinhas. 


Com lápis de cor pintamos as bandeirinhas. Depois é só recortar e colar no papelão. Para guardarmos o joguinho depois de brincar, o tio pegou uma embalagem daquelas de sorvete. Na tampa o tio colou uma foto da taça da Copa do Mundo que ele encontrou em uma revista. 



Além de jogar pra treinar a memória podemos também fazer uma competição para ver quem sabe mais bandeiras. Que tal? 

Outra idéia de jogo da memória bem legal é com quadros de pintores famosos. Só que para tornar um pouco mais difícil a brincadeira o tio sugere que procuremos 2 quadros diferentes de cada artista.




Assim, além de conhecermos melhor os principais mestres da pintura também vamos saber mais do estilo de pintura de cada um. Aí, quando a gente for visitar museu, exposição de pintura, ou encontrar imagens de quadros em livros ou revistas já saberemos bem melhor quem pintou cada quadro. Não é legal? Para o jogo ficar bacana e interessante precisa ter no mínimo 20 pintores, ou seja, 40 quadros. Em breve mostrarei aqui o meu jogo da memória de pintores prontinho! 

Beijos nas alfaces das bochechas de todos e até a próxima! 

Visite o site do Tio Silvio de vez em quando

Contato com Tio Silvio


sexta-feira, 7 de março de 2014

Universidad de Málaga - Facultad de Filosofia y Letras - Grado en Historia del Arte - Teoría da Arte - La obra de Arte desde una perspectiva sociológica: el caso de Silvio Alvarez y ‘Uma outra ilha’


Universidad de Málaga - Facultad de Filosofia y Letras - Grado en Historia del Arte - Teoría da Arte 
   La obra de Arte desde una perspectiva sociológica:  el caso de Silvio Alvarez y ‘Uma outra ilha’
Autora: Gala Yagüe Narváez - Málaga, 17 de enero de 2014


Este trabajo como tiene objetivo analizar una obra de arte utilizando la metodología propuesta por la sociología del arte. En este caso, se ha escogido una obra del artista plástico brasileño Silvio Alvarez, y la obra cuyo título original es Uma outra ilha, y que se puede traducir al español como Otra isla. Los teóricos de la sociología del arte proponían, a grandes rasgos, que las obras de arte reflejan las relaciones económicas, sociales y la producción de una época concreta. 

La crítica que autores como Marx o Engels hacían del arte es que no es producido por grandes genios, sino que es una forma de producción económica. En la segunda mitad del siglo XX y en el siglo XXI hemos comprobado la proliferación de nuevos artistas, y algunos de ellos se han situado en la élite del arte mundial, y sus obras son referencias en el mundo de las subastas y sus precios alcanzan cifras muy elevadas. Por ello, podríamos dar la razón, en este sentido, a los iniciadores de la sociología del arte. 

Pero, ¿todo el arte que se produce en nuestro tiempo está alineado con el arte que es seguido de forma masiva? La respuesta es un rotundo no. Y ese error de la tradicional sociología del arte fue criticado por autores como A. Hauser (1961), que aseguraba que no se podía homogeneizar el arte de una época porque la sociedad no lo era. 

En esta reflexión surgió la elección del artista brasileño Silvio Alvarez. Podríamos decir que es la cara opuesta de los artistas como Damien Hirst, que están en la cúspide de la forma de concebir el arte que la sociología marxista propuso como la preeminente en su contemporaneidad. Alvarez realiza, principalmente, collages, y en la propia elección material encontramos parte de sus ideas. Él pretende reutilizar el papel de periódicos y revistas construyendo obras de arte con un elemento que en muchas ocasiones termina en la papelera, fomentando así la cultura del reciclaje.  

Además, Silvio Alvarez tiene un vínculo estrecho con el público general, ya que continuamente imparte cursos y talleres con personas de todas las edades (desde niños a adultos) para explicar dicha técnica y fomentar el amor al arte. Trabaja en Brasil, su país natal (aunque también ha viajado a otros países del mundo) con todo tipo de personas, no solamente con élites intelectuales. 

Sin embargo, a pesar de la capacidad expresiva de su obra, su calidad técnica y de las ideas que transmite con ella, no es un artista de primera línea en el ámbito internacional.

Y quizá sea ese el motivo por el que sus obras no valen varios millones de euros. Precisamente el alejarse del sistema capitalista imperante en el mundo le ha hecho estar lejos, también, de los beneficios que obtienen los que se adentran en él. 

La obra que se ha escogido para este trabajo muestra un mar tenebroso, en tonos oscuros, donde se encuentra una isla repleta de residuos de todo tipo: metales y plásticos de diferente envergadura principalmente. En la obra también se puede ver una especie de goma flotando, sobre la que hay un reloj curvado, como los ‘relojes blandos’ de Dalí, y un cuerpo de un niño. Esto es una metáfora de cómo el paso del tiempo está empeorando el problema, y dificultará enormemente el desarrollo de las nuevas 
generaciones.  

Esta obra es una crítica al sistema económico, social y político en el que vivimos, puesto que se hace la vista gorda ante problemas medioambientales importantes como el de la contaminación y la mala gestión de los residuos, que llegan continuamente al mar perjudicando seriamente a la vida marina y, en consecuencia, al resto del ecosistema del planeta, que está completamente interconectado. 

Volviendo a la idea inicial, y a modo de conclusión (puesto que el espacio de este trabajo está limitado a únicamente dos folios), cabría decir que la evolución de la sociología del arte, y de las escuelas críticas (verbigracia: Escuela de Frankfurt) inauguradas por Marx y Engels han ido adaptándose a las nuevas realidades, y que las conclusiones de la sociedad que extrajo Karl Marx vino determinada claramente por el 
tiempo en el que vivió, donde la producción industrial estaba en pleno auge, y la sociedad se adaptó a ello dando lugar a un fuerte contraste con el periodo anterior (Macionis y Plummer, 2007: 83-105). 

En consecuencia, una revisión de las teorías marxistas y de la sociología del arte desde una perspectiva crítica, podría llevarnos a conclusiones diferentes y adaptadas al tiempo en que vivimos, que difiere de la época de Marx en muchas cosas, pero que ha mantenido una tendencia evolutiva caracterizada por el capitalismo, algo que repercute no solo en el arte, sino en cualquier manifestación cultural. Podremos encontrar producciones mayoritarias y con gran acogida, y el siempre relegado a un segundo plano, arte independiente alejado del mercado.

Bibliografía 

- Hauser, A. (1961). Introducción a la historia del arte (Vol. 33). Guadarrama. 
- Lifschitz, M. (1981). La filosofía del arte de Karl Marx (Vol. 78). Siglo XXI. 
- Macionis, J.J. y Plummer, K. (2007). Sociología. Madrid: Pearson. 
- Marx, K. y Engels, F. (1968). Sobre arte y literatura. V. Bozal (Ed.). Ciencia 
Nueva.  

Silvio Alvarez
silvioalvarez@uol.com.br 

Papel de Periodico - Gala Narváez entrevista Silvio Alvarez 
“El arte no es pensar: es sentir y crear”

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Recortando o Sete com tio Silvio – Recortando o sete com Silvio Alvarez - Oficinas de colagem para crianças com Silvio Alvarez – Oficinas de artes do Tio Silvio – atividades para crianças – máscara de carnaval em colagem


Olá pessoal, tudo “bão”? Tudo certinho? 

Hoje o Tio Silvio tem mais uma dica bem legal de atividade arteira com colagem para a gente fazer em “parceria com a gente mesmo”. Quem deu a ideia dessa atividade pro tio foi um amigo bem arteiro dele, o Leonardo Giovane. O Leonardo teve a ideia de fazer uma máscara de carnaval com colagem. 

Como o Tio Silvio vai desfilar no carnaval em duas escolas de samba esse ano, a Unidos da Cola Pritt e a Acadêmicos da Tesoura Sem Ponta, ele adorou a ideia. 


Quem já participou de uma oficina de colagem com o Tio Silvio, vai ficar mais fácil entender a atividade por causa das dicas de recorte e colagem que ele costuma dar, mas quem ainda não participou dá pra fazer do mesmo jeitinho. Qualquer coisa é só pedir a forcinha de um adulto criança que esteja por perto! 

Comecemos pelo “começo do início”. Procure uma capa de revista que seja mais grossa do que as páginas normais. Algumas capas de revistas são bem grossas e ideais para o que vamos fazer hoje. Depois de achar, recorte um pedaço dessa capa no tamanho 20 cm de largura x 10 cm de altura. 


Pegue esse pedaço de papel grosso 20 x 10 cm e dobre bem no meio. Aí é só riscar com caneta só de um lado com o tipo de desenho de máscara que a gente mais gostar. 


 Depois de dobrado e riscado é só recortar com a nossa tesoura sem ponta. Com o papel dobrado, do jeito que a gente riscou e recortou de um lado vai sair igual do outro. Parece coisa de mágico! 


Com a máscara recortada podemos riscar os olhos. É só lembrar direitinho do formato dos nossos olhos e riscar o papel.  Quem for muito “preguicento” pra pensar e lembrar do formato de um olho é só ir se ver no espelho. 



Recorte os olhos. Não tem problema se recortamos a máscara para chegar até os olhos, porque como vamos fazer colagem por cima depois, aí vai ficar tudo bem coladinho e unido "traveis". 


Agora voltamos às revistas e procuramos texturas bem bonitas que a gente mais goste. Como essas aí embaixo ó. Óia só que legais as texturas que o tio encontrou!


 Aí é só recortar as texturas como a gente quiser e colar nas máscaras. A colagem das texturas fazemos com cola em bastão e depois de tudo pronto, como o pincel e o rolinho super-mega-hiper-ultra-blaster-pim-pom-pum, a gente aplica a cola branca (meleca) para proteger, para meio que plastificar o trabalhinho de colagem e a máscara durar mais.


Depois da colagem pronta e protegida pegamos um palitão daqueles de churrasco ou aquelas varetas que a gente usa para fazer pipa, papagaio. É só grudar o palito usando um pedaço pequeno de papel de revista colado com cola em bastão, na parte de trás da máscara. Se não tiver nem palito de churrasco, nem vareta, é só pegar umas três páginas de revistas juntas e enrolar até virar um palitão feito com páginas de revistas. Passe cola branca no final pro palitão de página de revista não desfazer. 




O tio fez 4 modelos de máscara com vários tipos de textura, olha só. 
Que tal? 


Agora é vestir a fantasia e pular até virar canguru!

Quem fizer a máscara em casa o tio pede "por favor do obséquio" pra que "fotografe de forma fotografada" e mande a foto pro tio poder mostrar aqui no blog, tá bão? 

Os professores podem aproveitar a atividade e propor uma pesquisa a respeito de como nasceu o carnaval e de como surgem as manifestações culturais de uma forma geral, de como são preservadas passando de geração para geração.  

Beijos nas alfaces das bochechas de todos e até a próxima! 

Visite o site do Tio Silvio de vez em quando
www.silvioalvarez.com.br 

Contato com Tio Silvio
silvioalvarez@uol.com.br 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Recortando o Sete com Silvio Alvarez – Recortando o sete com Tio Silvio - Oficinas de colagem para crianças com Silvio Alvarez – Oficinas de artes do Tio Silvio - Dicas de artesanato – colagem em caixinha de MDF



Foto: Aline Poli

Olá criançada que já participou das oficinas do Tio Silvio Alvarez. Quem ainda não participou não tem problema, pois um dia vai dar certo de você também participar!

Tudo “bão” com vocês?

De vez em quando o tio aparecerá aqui no blog para dar algumas dicas de atividades com colagem e com outras artes também, que podem ser desenvolvidas por “você em parceria com você mesmo”.

Tudo pode ser feito aí em casa e também contar com a ajuda do papai, da mamãe, da titia, da madrinha, da babá, da vovó, do vovô, do periquito, do papagaio, do cachorro...

De repente vocês trabalham todos juntos e tudo vira uma grande festa, que tal?

Quem inspirou o tio Silvio a começar essas dicas aqui no blog foi a Vivi, que tem 10 anos, mora lá em Sorocaba, interior de São Paulo, e que gosta muito de descobrir coisas legais no computador. Ela usa o computador, mas não para ficar grudada lá e não fazer mais nada legal na vida. A Vivi usa o computador, de vez em quando, para aproveitar essa maravilha que inventaram pra gente pesquisar o mundo, pra ficar mais perto de quem a gente gosta e está longe e ser mais feliz e não para ficar grudado nele e doidinho da silva.

Óia só eu e a Victoria fazendo arte! 


Ah, para fazer essa atividade bacana a gente vai precisar daquela palavrinha mágica que ainda não vende em supermercado... Lembram qual é? Sim, é a paciência.

Além da paciência, veja só o que é legal você ter em casa para te ajudar a fazer as atividades com colagem: tesoura sem ponta, cola em bastão, cola branca (meleca), pincel , uma tigelinha para água (que o tio fez com garrafa pet) e o super-mega-hiper-ultra-blaster-pim-pom-pum rolinho de pintura de 5 cm.


O tio não vai ensinar a fazer, ele vai dar a ideia para que vocês “pensem com o instestino” e descubram, sozinhos, uma forma de realizar a atividade, isso se vocês gostarem do que eu sugeri, é claro.  Ou seja, o tio vai tentar mostrar que é possível pescar, mas não vai arrumar aquelas varas modernas e chiques e nem vai pescar por vocês. Quem já participou de uma oficina com o Tio Silvio e sabe já as dicas de recorte e colagem vai ficar mais fácil, claro.

Óia só o Tio Silvio dando oficina de colagem! 


Foto: Silvio Tanaka

A primeira ideia é um joguinho da velha cachorros x gatos, tudo com recortes de revistas. Olha só que legal.






O tio achou essa caixinha de MDF naquelas lojas de artesanato que a gente adora ir junto com a mãe para deixar ela bem doidinha.

Eu procurei nas revistas duas texturas, uma de cada cor e também fotografias de cachorros e gatos bem do tamanho das pecinhas que estão dentro da caixa.

Vejam só... O tio Silvio não pintou a caixinha, ele recortou e colou texturas coloridas que encontrou nas revistas. Os cachorros e gatos ele também achou nas revistas, recortou e colou em cima das texturas.

O tio Silvio fez essa aí de cima com caixinha de MDF comprada bem baratinho, mas a gente também pode reaproveitar o que já existe e não vai utilizar mais. Por exemplo, uma caixinha de papelão, aquela que a gente ganhou aquele par de meias no Natal. As pecinhas do joguinho da velha podem ser feitas com tampinhas. Essas aí de baixo são tampinhas de cola Pritt, que o tio Silvio usa muito né.


Ah! quem fizer uma caixinha de jogo da velha em casa como o tio sugeriu, tira uma fotografia fotografada e manda a foto por e-mail pra ele poder mostrar aqui. Ou publica o link da foto aqui nos comentários.
Ta "bão", combinado?

Antes de ir embora de forma ida, o tio Silvio quer mostrar para vocês uma música bem legal e que tem uma mensagem bem bacana. A música é do Marcelo Jeneci e fala, assim em resumo, que a gente precisa primeiro de tudo dar valor e gostar da gente mesmo. Que existe uma "porção de um monte" de gente no mundo, mas que só a gente é a gente mesmo, que não tem ninguém no mundo igual “que nem que a gente”.


Bom, por hoje é isso... Espero que vocês tenham gostado da ideia do tio!

Um grande beijo nas alfaces das bochechas de vocês e até a próxima.

Visite o site do Tio Silvio de vez em quando
www.silvioalvarez.com.br 

Contato com Tio Silvio
silvioalvarez@gaiabrasil.com.br 


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Oficina de pintura e colagem para idosos do Lar São Vicente de Paula – Joanópolis – com Aline Poli - Oficina de artes para Idosos



No dia 24 de fevereiro de 2014 realizamos mais uma oficina de artes no Lar São Vicente de Paula, em Joanópolis, projeto este desenvolvido com a fisioterapeuta Aline Poli e grande equipe de voluntários desde 2012. 

O melhor de tudo é observar a evolução e a intimidade que eles estão tendo com as cores e os pincéis. Muito gratificante !
Aline Poli
Co-criadora do projeto Oficinas de Arte e fisioterapeuta do Lar São Vicente de Paula 

Como havia realizado recentemente oficinas no CRAS de Joanópolis para famílias inscritas no Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, resolvi adaptar a ideia para a oficina com os idosos. 

Iniciei a oficina que chamei de "Lar, Minha Casa" perguntando aos idosos onde eles moravam. Ao responderem que moravam no Lar São Vicente de Paula, associei afetivamente a resposta dando ênfase ao conceito de lar, casa, moradia. Na sequência pedi para que pintassem no papel cartão em formato de casa uma declaração de amor ao Lar que lhes acolhe com tanto carinho e cuidados. 








Tendo em conta as diversas limitações físicas por parte dos idosos participantes, a fim de facilitar a atividade e mantê-la  lúdica e prazerosa, a exemplo do que fiz em oficinas anteriores, preparei com antecedência em meu ateliê uma infinidade de imagens que poderiam despertar interesse e criar identidade e chamar a atenção dos idosos. A fim da colagem com cola em bastão ser facilitada, colei as imagens escolhidas em papel de capa de revistas. Para a escolha do tipo de imagem que poderia chamar mais atenção dos idosos utilizei como referência a escolha dos próprios idosos em oficinas de colagem desenvolvidas anteriormente. A resposta por parte dos idosos foi imediata e surpreendente.











A oficina de pintura e colagem contou com o suporte da parceira idealizadora do projeto, a fisioterapeuta Aline Poli, dos demais funcionários do Lar e da voluntária Ruth Padula Hohagen.


Página do Lar Joanópolis no Facebook

Mais fotos das oficinas com os idosos do lar São Vicente de Paula 

Contato Silvio Alvarez